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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

As 10 mortes mais bizarras da história (10 a7 lugares)

Bom, essa seuqência das 10 mortes mais bizarras vai ficar uns dias sendo publicada (porque é muito grande). Hoje veremos do 10º ao 7º lugares:

10. OLHA A FACA!
2005, MISSAUKEE (ESTADOS UNIDOS)

Abrimos nosso ranking com a história de Christopher, um rapaz de 19 anos que sentiu falta de algumas garrafas de licor em seu bar. Suspeitando do vizinho, ele teve uma brilhante idéia de vingança: iria se esfaquear e acusar o cara! Começou o auto-esfaqueamento: na primeira facada, tudo bem. Na segunda, a faca atingiu uma das artérias do coração, e Christopher foi beber licor em outra dimensão.
Dias depois, a polícia inocentou o vizinho do roubo das garrafas - ele nem estava
na região quando rolou o crime.


9. HOLANDÊS VOADOR
2004, BLERRICK (HOLANDA)

Um garoto de 19 anos queria provar aos amigos que conseguia correr na mesma velocidade do carro em que estavam viajando - os caras estavam bem devagar, a uns 32 km/h. O plano era saltar, correr ao lado do carro e voltar num pulo. Só que, na hora em que o infeliz tocou o solo, caiu e bateu com a cabeça no asfalto. Um pequeno passo para o homem, um salto direto ao Darwin Awards.

! Para comparar, o jamaicano Asafa Powell, recordista mundial dos 100 metros rasos, corre a prova a 36,8 km/h.


8. É PROIBIDO FUMAR
2006, YORKSHIRE (INGLATERRA)

Quando um médico diz que você não pode fazer determinada coisa é melhor obedecer, né? Philip Hoe, um aposentado de 60 anos, estava fazendo um tratamento de pele à base de parafina e não podia fumar. Bobagem, um cigarrinho não faz mal a ninguém, pensou o cara. Philip acendeu o troço e aliviou-se com a nicotina no organismo. Maaaaas.
! O cara quis apagar a bituca do cigarro com o tênis - e tinha escorrido um pouco de parafina no pisante. Altamente inflamável, o produto transformou o inglês em uma tocha humana ao entrar em contato com a brasa.


7. UMA MENTE BRILHANTE

2003, SÃO PAULO (BRASIL)
Responsável pela limpeza de tanques de armazenamento de gasolina em caminhões, o brasileiro Manoel Coelho seguia o protocolo à risca: enchia os tanques de água para forçar a saída do vapor inflamável, um procedimento-padrão que evita explosões. Naquele 29 de janeiro de 2003 ele precisou checar o nível da água em um dos tanques. Como estava muito escuro, ele acendeu um isqueiro para clarear a área. Hummm.
! Ele descobriu da pior maneira - voando 100 metros pelos ares - que ainda havia combustível no tanque.

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